A comunicação, quando focada em responsabilidade social, tem o poder de formar cidadãos, atuando como difusora de tudo
aquilo que daria a esses indivíduos base para firmarem a cidadania. Ela pode
fazer eles se conscientizem de sua função em um todo, de seus direitos e
deveres, e vir, assim, a terem uma consciência crítica a respeito daquilo que os
rodeiam. Saber isso é a base da cidadania, faz com que o cidadão possa cobrar seus
direitos do Estado. Um Estado que se vê cercado de uma população consciente não
encontra outra saída a não ser responder às cobranças. Uma população crítica,
transformadora e consciente elege melhor seus representantes, sabe não só
exigir, como também debater a cerca dos problemas daquela sociedade, e vir,
assim, a melhorá-la. Mas e o Relações
Públicas?
“O profissional de Relações Públicas tem a
visão global da comunicação fundamentada em princípios conceituais, técnicos e
éticos. Sua base de sustentação é harmonizar os conflitos e satisfazer os
interesses mútuos. Essa característica confere ao profissional um diferencial
que o qualifica para atuar como um agente de transformação, seja do
comportamento das pessoas dentro de uma organização, como na própria
sociedade.” Flávio Schmidt.
Porém,
para refletirmos, segundo o próprio Schmidt, na prática isto está longe de
ocorrer, pois a comunicação com essa amplitude não é ainda praticada pelo
mercado. Daqui alguns anos, quem sabe, algum futuro Relações Públicas consiga produzir
esta mudança.


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