Turma do primeiro semestre- Relações Públicas UNITAU 2017

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terça-feira, 7 de novembro de 2017

Quiz: Qual função você tem como Relações Públicas?


Ao cursar RP, é necessário conhecer o Quadro Geral de Funções Gerais e Específicas de Relações Públicas, criado pela Federação Interamericana de Relações Públicas e aprovado em 1967. Nele, constatam-se a descrição das cinco funções básicas assumidas pelas Relações Públicas dentro das organizações: assessoramento, pesquisa, planejamento, comunicação (execução) e avaliação.

O profissional de Relações Públicas pode executar uma ou mais dessas funções durante sua atuação. Já pensou em qual função você se enquadra? Descubra no Quiz, um jogo de questionários, que vem se tornando, cada vez mais, popular entre amigos de faculdade, do Facebook e da empresa. O recurso pode receber os mais diversos temas, como testes de conhecimento e capacidade em ambiente de aprendizagem. Através das respostas, geralmente computadas, o jogo revela o resultado adquirido pelo jogador. Descubra sua função agora!



                                                       Gabriela Nunes Couto
Estudante do 2º semestre de Relações Públicas da UNITAU

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Relações Públicas e a área da saúde

Imagem relacionada
As diferentes comunicações em um hospital
  


      Que as relações públicas estão relacionadas  ao gerenciamento de crises não é novidade para a maioria, assim como a sua presença em organizações que trabalham com produtos ou serviços. Contudo, um segmento onde o profissional pode trabalhar e que possui pouca visibilidade é a área da saúde, em grandes hospitais principalmente.
      Em um hospital a maior parte dos públicos está efetivamente em uma crise ou então tentando lidar com ela (paciente-médico). E o profissional de relações públicas pode estar presente para auxiliar a organização a conseguir a melhor comunicação e relacionamento com os diferentes públicos.
      As pessoas que chegam aos hospitais precisam da segurança de um sistema de informações bem organizado e humanizado, visto que elas estão em situações vulneráveis. Além disso, nestas organizações a ocorrência de crises de imagem é comum, geralmente pelo ambiente delicado em que atuam. Um bom relações públicas precisa estar ciente das atividades de todo o universo organizacional para maior consciência na hora de planejar uma ação em meio à crise.
      Contudo, as atividades na área da saúde não se limitam a apenas resolver crises, até porque, a comunicação interna e o relacionamento com os públicos de interesse também podem beneficiar-se de um bom trabalho de relações públicas.
      E para isso, o setor de comunicação realiza algumas atividades como a recepção em si, que deve ser feita contendo informações da maneira mais clara possível; programas de visita; assessoria de imprensa; publicações e divulgações sobre a organização; eventos e, principalmente, programas internos já que esses públicos estão em contato direto com os pacientes.*

*Informações retiradas de uma pesquisa realizada pela UEL- Relações Públicas.


Ana Carolina Garcia
Aluna do 2º semestre de Relações Públicas da Unitau

terça-feira, 21 de março de 2017

A carreira de uma RP, com Renata Mesquita


Ao optar por Relações Públicas, o futuro profissional defronta com uma série de áreas em que poderá atuar e muitas vezes é exercendo a profissão que escolhe a melhor delas para si. Renata Mesquita, Relações Públicas formada na Cásper Líbero, conta sobre sua trajetória na profissão e suas experiências nas diversas áreas em que atuou.

ESCOLHA DA PROFISSÃO E INGRESSO NA UNIVERSIDADE
“Entrei no curso de Relações Públicas da Cásper Líbero em 2002 e se hoje muita gente desconhece a profissão, naquela época era um pouco pior. Eu mesma cheguei ao curso por acidente, conversando com a mãe de um amigo de escola e acabei me apaixonando. Quando comecei a faculdade, já tinha uma ideia inicial de trabalhar com o mercado cultural, mas achei importante passar por diversas experiências, considerando inclusive as muitas possibilidades da profissão.”

CARREIRA DURANTE A UNIVERSIDADE
“Fiz estágio voluntário, focado em comunicação interna, assessoria de imprensa e relacionamento com parceiros na Fundação Gol de Letra. Trabalhei como monitora na própria Cásper Líbero, em um posto que mesclava funções administrativas, pesquisas e produção de textos e comunicação interna. Na Editora Abril tive a oportunidade de participar de uma equipe estratégica que pensava o relacionamento das equipes de funcionários, utilizando ferramentas de recursos humanos e relações públicas. Participei da organização de diversos eventos acadêmicos, dentro e fora da universidade, vivenciando o processo de produção, cerimonial e atendimento ao público."

CARREIRA PÓS-UNIVERSIDADE
“Quando já estava no último ano, voltei minha energia para a área de atuação que me motivou a entrar no curso, a cultura. E sigo nesse mercado já há mais de 10 anos. É um segmento da economia ainda muito carente de estrutura profissional e as funções muitas vezes se misturam, tornando inevitável o acumulo de vários processos em uma mesma pessoa. E o profissional de Relações Públicas, por ter em sua formação um mix complexo de conhecimentos e habilidades, pode encontrar um campo fértil de atuação. Ao longo desses anos, já atuei em diversas empresas e instituições, inclusive como autônoma e em cada uma delas precisei dar ênfase em habilidades diferenciadas. Na Cisne Negro Cia. de Dança era responsável pela produção, agenda de espetáculos assessoria de imprensa e relacionamento com patrocinadores, além da comunicação interna e produção de conteúdo para marketing. Participei de alguns jobs, como cerimonialista, receptivo e atendimento. No Teatro Alfa, em São Paulo, fui responsável pela área de comunicação e posteriormente assumi as relações institucionais com parceiros e patrocinadores.”

ESPECIALIZAÇÃO
“No período em que trabalhei no Teatro Alfa, cursei a pós-graduação em Gestão Cultural da FGV. Aprofundei-me então na captação de recursos e na gestão de relacionamento com parceiros e patrocinadores, função que exerci em uma consultoria de projetos incentivados, na equipe do Festival de Internacional Inverno de Campos de Jordão e na Fundação OSESP (Oquestra Sinfônica do Estado de São Paulo). Como autônoma, prestei consultoria para projetos de patrimônio, cultura e educação em São Paulo, Bragança Paulista e São José dos Campos.”

ATUALMENTE
“Desde 2013 faço parte da equipe de programação do Sesc, especificamente na unidade de Taubaté. Sendo uma instituição privada, criada com o objetivo de atendimento ao público, nosso exercício diário é pensar o funcionamento da unidade e sua programação tendo o nosso público estratégico como foco prioritário. Acredito que a minha trajetória profissional, um tanto incomum desde que me afastei da comunicação corporativa propriamente dita, é um exemplo concreto de quão complexa e completa é a profissão e de quão amplas são as possibilidades de atuação de um relações públicas. Acredito ainda que o estágio é um processo fundamental para que o estudante se aproxime das diferentes possibilidades e oportunidades e possa optar de forma mais consciente por qual caminho seguir.”



Gabriela Nunes Couto - 1º semestre de Relações Públicas 2017

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Relações Públicas e o Posicionamento Digital

Os meios digitais revolucionaram a maneira de se relacionar com o cliente, e têm se mostrado um campo promissor para o profissional de relações públicas. Pois mais do que um marketing digital, o RP trabalha com comunicação estratégica no relacionamento com o cliente e demais públicos, e isto é fundamental para o fortalecimento de uma marca.
O profissional de relações públicas pode atuar no posicionamento digital da marca sendo um funcionário da organização (em funções denominadas analista de mídias sociais, social media, etc.) ou ter seu próprio empreendimento prestando consultoria como gestor de mídia e desenvolvedor de conteúdos.
Tivemos um breve bate papo com a RP Helena Ferrari que atua no segmento, e optou por abrir seu próprio negócio e trabalhar com micro e pequenos empreendedores no posicionamento digital. Ela nos contou das vantagens de ter seu próprio empreendimento como poder trabalhar em um coworking (espaço colaborativo) e exercer a função de relações públicas para diferentes perfis de clientes, proporcionando sempre novos desafios e novos aprendizados.
É ideal que o RP tenha uma pós-graduação em Gestão da Comunicação em Mídias Digitais, para ampliar seu conhecimento referente ao mercado digital, comportamento do consumidor neste meio, aperfeiçoar a narrativa e contextos da cibercultura. Também é necessário que o profissional tenha noções básicas de webdesign e planejamento de marketing digital, mas estes últimos normalmente estão na grade curricular dos cursos de pós-graduação em Mídias Digitais. O posicionamento digital é uma área que requer atualização constante, exigindo que o profissional participe sempre de seminários e outros meios de atualizações para estar sempre ciente das últimas novidades do meio tecnológico. Tal atualização se faz necessária, pois com frequência surgem novas redes sociais ou outras maneiras de se comunicar nas já existentes no mercado, como no caso do Facebook, quando permitiu que os vídeos fossem visualizados sem áudio e sem o usuário precisar dar o play, isso exigiu novas estratégias na hora de produzir conteúdo (fazer vídeos legendados ou de menor duração).
O profissional de relações públicas faz mais do que elaborar banners e propagandas nos meios digitais. Este tem a função de traçar estratégias conforme o buyer persona (perfil de cliente) de cada organização, e isto trará retorno também em longo prazo para a empresa, além de ser um processo de branding.


Entrevista com a RP Helena Ferrari (fonte da imagem: facebook.com/helenaferraripd)



Fonte da imagem: LinkeIn (artigo de Erika Bataglia)