Turma do primeiro semestre- Relações Públicas UNITAU 2017

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Quiz: Qual função você tem como Relações Públicas?


Ao cursar RP, é necessário conhecer o Quadro Geral de Funções Gerais e Específicas de Relações Públicas, criado pela Federação Interamericana de Relações Públicas e aprovado em 1967. Nele, constatam-se a descrição das cinco funções básicas assumidas pelas Relações Públicas dentro das organizações: assessoramento, pesquisa, planejamento, comunicação (execução) e avaliação.

O profissional de Relações Públicas pode executar uma ou mais dessas funções durante sua atuação. Já pensou em qual função você se enquadra? Descubra no Quiz, um jogo de questionários, que vem se tornando, cada vez mais, popular entre amigos de faculdade, do Facebook e da empresa. O recurso pode receber os mais diversos temas, como testes de conhecimento e capacidade em ambiente de aprendizagem. Através das respostas, geralmente computadas, o jogo revela o resultado adquirido pelo jogador. Descubra sua função agora!



                                                       Gabriela Nunes Couto
Estudante do 2º semestre de Relações Públicas da UNITAU

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Como fazer sua teia de contatos?

Networking é uma palavra em inglês que indica a capacidade de estabelecer uma rede de contatos ou uma conexão com algo ou com alguém. É uma técnica muito usada, como uma forma de subir na carreira, mas cuidado ao fazê-la, pois ninguém quer parecer superficial ou falso, há maneiras de fazer.
O post de hoje abordará 
5 dicas para ativar seu networking:

1.      Deve existir o interesse mútuo
Se durante a conversa você perceber que a outra parte não está interessada, desista e parta para outra. Durante a conversa é bem comum a atenção, se caso não houver interesse, logo é desviada. Não force assuntos ou queira criar oportunidades. O melhor a se fazer é concentrar em relacionamentos bons (e agradáveis) para ambos os lados.
2.      Contatos antigos que se transformarão
Se você retomar um antigo contato com um colega de escola, por exemplo, e ele estiver trabalhando em uma empresa que te interessa e/ou conhecer alguém que você deseja que conheça seu trabalho, converse e seja direto, mas não espere nada em troca, e sem cobranças.
3.      Rede de contato deve ser ativa
A rede de contatos deve ser alimentada sempre, e não apenas quando você precisa de alguma coisa. Não espere que porque ajudou alguém, receberá algo em troca, isso acontece de forma orgânica.
4.      Contatos que estão por vir
Agora, se estiver fazendo o primeiro contato com alguém que você ainda não conhece, fale sobre você, o que faz, como chegou até ele e o motivo. Sempre tenha bom senso nas conversas, e não crie uma intimidade que possa estragar a oportunidade.
5.      Contato pessoal
Fora do mundo virtual também é necessário fazer networking. Quando encontrar alguém, cumprimente, seja muito gentil nessa hora e observe se sua atitude não está incomodando ninguém. Jamais desfaça de alguém, seja pela posição inferior a sua, ou qualquer outra diferença, isso poderá te causar problemas futuros e na ética profissional também.
É muito importante estar antenado, participar de palestras, de eventos e pesquisar os profissionais que ali estarão. CIRCULAR é o resumo do que se deve fazer para ter bons networkings, se mostre disponível (apenas se estiver mesmo), e procure ser curioso.

Vitória Coelho
Estudante do 2º semestre de relações públicas da UNITAU

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Relações Públicas e a área da saúde

Imagem relacionada
As diferentes comunicações em um hospital
  


      Que as relações públicas estão relacionadas  ao gerenciamento de crises não é novidade para a maioria, assim como a sua presença em organizações que trabalham com produtos ou serviços. Contudo, um segmento onde o profissional pode trabalhar e que possui pouca visibilidade é a área da saúde, em grandes hospitais principalmente.
      Em um hospital a maior parte dos públicos está efetivamente em uma crise ou então tentando lidar com ela (paciente-médico). E o profissional de relações públicas pode estar presente para auxiliar a organização a conseguir a melhor comunicação e relacionamento com os diferentes públicos.
      As pessoas que chegam aos hospitais precisam da segurança de um sistema de informações bem organizado e humanizado, visto que elas estão em situações vulneráveis. Além disso, nestas organizações a ocorrência de crises de imagem é comum, geralmente pelo ambiente delicado em que atuam. Um bom relações públicas precisa estar ciente das atividades de todo o universo organizacional para maior consciência na hora de planejar uma ação em meio à crise.
      Contudo, as atividades na área da saúde não se limitam a apenas resolver crises, até porque, a comunicação interna e o relacionamento com os públicos de interesse também podem beneficiar-se de um bom trabalho de relações públicas.
      E para isso, o setor de comunicação realiza algumas atividades como a recepção em si, que deve ser feita contendo informações da maneira mais clara possível; programas de visita; assessoria de imprensa; publicações e divulgações sobre a organização; eventos e, principalmente, programas internos já que esses públicos estão em contato direto com os pacientes.*

*Informações retiradas de uma pesquisa realizada pela UEL- Relações Públicas.


Ana Carolina Garcia
Aluna do 2º semestre de Relações Públicas da Unitau

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Imagem e Reputação

Esse foi o tema de uma das palestras específicas para os estudantes do curso de Relações Públicas na 37ª Semana da Comunicação – SECOM - no Departamento de Comunicação Social – UNITAU.


 

Os palestrantes convidados foram a relações públicas Mariana Lima, atualmente na Weber Shandwick (agência americana de PR) e o jornalista Ednelson Prado, professor e proprietário da Agência Vincere. No decorrer da palestra, lições e valores importantes foram abordados e servem como norte para muitos profissionais.

Dentre os pontos tratados, muitos giram em torno da transição do analógico para o digital e da consistência do discurso das organizações e das personalidades públicas, e esse texto focará nisso.

Em relação ao digital, pode-se afirmar que hoje o receptor de uma mensagem é ao mesmo tempo emissor e a comunicação é via de mão dupla, ou seja, a interação e exposição são muito maiores. Segundo os palestrantes, as mídias digitais são o espaço perfeito para os profissionais de relações públicas!!!
As pessoas precisam de atenção/amor, é preciso um cuidado com isso, porém é uma ótima oportunidade.

Num outro momento, ao se analisar posicionamento, pode-se tirar como principal conclusão: É necessário manter o discurso digital no meio físico, adequando-o a cada plataforma. Consistência é palavra chave e sua reputação começa com a história que você conta, por isso, seja estratégico e consistente.



Assim já pode se analisar duas lições essenciais para o novo profissional de RP, quase que nascido na era digital. Para finalizar, Kotler, pai do Marketing traz mais um ensinamento sobre posicionamento para as marcas: “Precisam ser fisicamente atraentes, intelectualmente interessantes, socialmente envolventes e emocionalmente fascinantes, ao mesmo tempo em que deve demonstrar personalidade forte e moralidade sólida”.  


Vitor Moraes Tuão
Estudante do segundo semestre de Relações Públicas da UNITAU

quarta-feira, 28 de junho de 2017

A Constituição da Profissão no Brasil

No dia 21 de julho de 1954, firmava-se a ata (http://abrpsp.org.br/institucional-2/estatuto/) de constituição da Associação Brasileira de Relações Públicas (ABRP), na qual surgem os primeiros estatutos, aprovados e registrados oficialmente no dia 18 de agosto. Há diversos fundadores da entidade, mas os destaques, que fizeram parte da primeira diretoria, foram: Hugo Barbieri (presidente), Ubirajara Martins (vice-presidente) e May Nunes de Souza (primeiro-secretário). 

A criação dessa associação foi um dos principais eventos que demarcou a década de 1950 como a mais significativa da história de Relações Públicas. A partir de então, essa associação começou a realizar diversos seminários em prol da disciplina, como: "A importância dos modernos serviços de informação governamental, sua política e sua organização" e "1º Seminário Brasileiro de Relações Públicas". As próximas diretorias desse grupo orientaram a carreira para a correta compreensão do seu real significado. E, foi em 1955, que ocorreu outro curso, agora com o professor Harwood Childs, o que ia valorizando e amadurecendo a profissão no Brasil.

Apesar de positivos avanços históricos, a ABRP sofreria, nas décadas de 1960 e 1970, dois abalos. Primeiro entre 1963 e 1964, quando foi criada a Associação dos Executivos de Relações Públicas (AERP) por uma ala com ideias divergentes da Seção do Estado de São Paulo. Essa nova associação propôs, segundo Xavier de Oliveira, que o "Dia Nacional de Relações Públicas" fosse 20 de abril, data em que nasceu Barão do Rio Branco que, apesar de seus feitos, nunca nem sequer ouvir falar de Relações Públicas. Além disso, ela organizava a apresentação de "Homem de Relações Públicas do Ano", na qual os dois primeiros premiados foram Edmundo Monteiro (em 1963) e, no ano seguinte, Henning A. Boilesen, estes que podiam ter um visão geral, mas não possuíam uma definição mais particular sobre o assunto.

O segundo problema, ocorrido na década de 1970, foi ocasionado em razão do diferente perfil da nova diretoria, ou seja, sobre o comando anterior, a ABRP conseguiu desenvolver seu espaço físico adquirindo uma sede própria, com o enorme esforço de Ruy Barbosa para arrecadar fundos entre as grandes empresas de São Paulo. Ao final dessa gestão a empresa foi entregue, sem nenhuma dívida e com o caixa conservado com os mesmos fundos anteriormente recebidos, à diretoria seguinte, mas esta afastou os profissionais da administração e, assim, a instituição se tornou vazia profissionalmente. Esse acontecimento ocorreu por conta da associação ter crescido, ou seja, era independente e financeiramente forte, nesse sentido foi cobiçada politicamente e, os profissionais, não tinham experiência política.

É importante frisar que a Constituição da Profissão de Relações Públicas no Brasil teve seu arranque por conta da demanda relacionada à administração das relações que a industrialização trouxe para o país, além da necessidade do governo de construir e manter uma imagem que fosse favorável às medidas tomadas. Também é necessário destacar que a profissão já acontecia em diferentes locais, mas ainda não havia um setor especializado para a área que recebesse a titulação correta da profissão. Por exemplo, pessoas do departamento administrativo que também cuidavam da gestão da comunicação e dos relacionamentos, sendo que estudavam, na verdade, para controlar a parte relacionada mais aos produtos e aos processos da empresa.


Texto retirado do seminário "RELAÇÕES PÚBLICAS NO BRASIL – 1914 A 1950: Constituição da profissão" realizado por Ana Garcia, Giovana Muller e Nathalia Querol.