Turma do primeiro semestre- Relações Públicas UNITAU 2017

segunda-feira, 26 de março de 2018

Você sabe o que é Comunicação Interna?


Esta é uma das áreas mais importantes de um Relações Públicas e um setor indispensável para as empresas.
Ainda hoje, muitas pessoas se surpreendem ao saberem que existe um profissional que trabalha como intermédio entre empresa e empregado, sendo esta, uma das atividades mais exigidas para um ambiente funcional em uma organização.
A falta deste conhecimento leva muitos empreendedores ignorarem a importância desta atividade, sendo um grande defeito. Pois uma organização que busca uma produção ativa e ser potencial no mercado, deve primeiramente visar seu público interno, para que as metas possam ser atingidas, pois além de tornar a empresa mais produtiva, um empregado informado e alinhado, leva para fora dela a sua satisfação, que automaticamente cria um marketing externo.
É este marketing externo e voluntário que se agrega à imagem que a empresa possui perante seus públicos, pois um empregado que opina sobre a organização, possui mais impacto e credibilidade, mas para isso, é fundamental que e o profissional de comunicação interna esteja próximo ao nível da alta gerencia, para que seja parte das tomadas de decisões e alinhe o discurso da empresa com os demais empregados.
Concluímos que a Comunicação Interna deve estar mais do que incorporada e reconhecida como atividade indispensável da organização. Para que haja sempre alinhamento e informação, além de impactar positivamente do fator motivacional, harmônico e econômico.


Graziela Correard, Hellen Silva
8º Semestre de Relações Públicas

domingo, 26 de novembro de 2017

“Erguendo mais do que prédios, construindo relacionamentos”

Foto: ACI/FAC.

      O profissional de Relações Públicas pode atuar em diversas áreas, e porque não, na área de arquitetura?! Calma, não é projetando construções, nem decorando ambientes! Mas sim auxiliando profissionais e escritórios da área em sua comunicação e relacionamento. Afinal, é preciso se comunicar com o cliente para conhecer o seu desejo e poder transformar o seu sonho em realidade.
      Sabemos que, o profissional de Relações Públicas tem todas as estratégias para atingir esse público, e ao mesmo tempo, destacar conteúdos de qualidade do Arquiteto/Engenheiro. Assim, a identidade da empresa também pode ser compartilhada, para despertar o interesse do cliente pelo serviço que pode ser oferecido.
      Sempre surgem novas áreas em que o profissional de Relações Públicas pode atuar. Então, podemos concluir, que a comunicação é o alicerce dos relacionamentos também no setor de Arquitetura.
       

     Jéssica de Almeida Carvalho.
      Aluna do 2º semestre de Relações Públicas da Unitau. 
     

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Comunicação interna nas organizações: Saiba a sua importância.


Em geral, as organizações dão uma importância um pouco maior para o relacionamento com seu público consumidor e/ou para a divulgação de seu serviço, porém deve se lembrar de que nada adianta se também não houver um bom relacionamento interno, ou seja, ter (e manter!) uma boa comunicação interna. Felizmente, os donos de organizações estão cientes da necessidade dessa comunicação interna, segundo a ABERJE (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial) 63% das empresas acreditam que a comunicação interna é um dos processos mais importantes de comunicação em um ambiente organizacional e que esse é o setor que deve receber mais investimentos nos próximos anos. A comunicação interna visa compreender e atender os anseios do publico interno, para assim gerar um alinhamento de ideias para atingir um determinado objetivo. Dentre tantos outros benefícios, a comunicação interna pode gerar um aumento de produtividade, evitar rumores e boatos, resolver mal entendidos e ser usada como uma aliada em um momento de crise. Uma das maneiras para aprimorar a comunicação interna é conhecer a cultura organizacional da organização em questão, o que pode acarretar em maiores chances de sobrevivência no mercado, já que se tem conhecimento dos valores compartilhados pelos seus membros. Sendo assim, a comunicação interna vem ganhando mais importância com o decorrer do tempo, sempre tendendo a melhorar o desempenho de uma organização e a harmonia entre seus membros.
No mês de outubro os alunos do curso de Relações Públicas da Unitau receberam a profissional responsável pela comunicação interna da Novelis em Pindamonhangaba. Confira no link: http://csonlineunitau.com.br/v14/funcionamento-de-empresa-e-abordado-em-bate-papo/



Ana Lívia Godoi 
2º semestre de Relações Públicas

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Imagine uma igreja para todos

Relações públicas é uma profissão muito criativa! Cada vez mais descobrimos novas áreas de atuação para o RP trabalhar e contribuir com todas as técnicas pertencentes a esta profissão.

Falar da área Comunitária está ficando popular, a comunidade tem reivindicado seus direitos, as pessoas têm aberto os olhos para as realidades que precisam de mudanças e investir no relacionamento nunca foi tão importante.

Desenvolvi um trabalho de graduação voltado para o desenvolvimento de uma campanha de acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência na Igreja da Cidade em São José dos Campos. Identifiquei que a igreja quer estar preparada para receber a todos os públicos, mas quando se trata de deficientes, ela não tem a base necessária para isso.

O profissional de relações públicas, com seu olhar estratégico, consegue fazer uma análise do perfil dos públicos, a estrutura da instituição e então, elaborar ações que trarão os resultados esperados.

Hoje trabalho com comunicação interna, diariamente são realizadas diferentes etapas do processo de pesquisa e planejamento de RP nos clientes e a experiência deste trabalho foi extremamente importante para que eu tivesse o olhar estratégico necessário para desenvolver minhas atividades.

Fazer um trabalho de comunicação voltado para o bem estar da comunidade, em muito contribuiu para a minha carreira, pois me ensinou a ter empatia com causas que não são necessariamente minhas, mas que passam a ser quando uso dos meus conhecimentos como relações públicas para promover o bem.


Amanda Rodrigues do Porto Neves
8º semestre de Relações Públicas

Fotos: arquivo pessoal

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

O RRPP para uma instituição de ensino: qual o propósito?

A relações públicas, Edwiges Moraes, se formou na turma de 2005 na Universidade de Taubaté (UNITAU), ela diz que o diferencial de sua carreira foi entrar na universidade com 41 anos, o que a destacava dos colegas que eram bem mais novos, mas sem causar dificuldades de relacionamento com eles. Desde 2006, ela trabalha como assessora para a própria instituição na qual se formou, então Edwiges contará, na entrevista abaixo, um pouco sobre como atua nessa área e, assim, mostrará a importância do profissional de relações públicas para o setor educacional. 





“Os sonhos que podemos sonhar são aqueles que teremos alguma possibilidade de realização e corramos muito atrás dele”






BLOG RP UNITAU – Por que você escolheu relações públicas? Conte um pouco sobre a sua trajetória profissional.
Edwiges Moraes – Não sei se posso chamar de escolha, acho que foram as experiências vividas ao longo do tempo que me conduziram. Sentia necessidade de entender mais o que as pessoas queriam, como construir um relacionamento que fosse duradouro para que o meu trabalho produzisse frutos que permanecessem.

BLOG – Hoje em dia você atua dentro de uma instituição de ensino. Há diferenças específicas nesse mercado?
E.M. – O Profissional de RP é tão importante para uma universidade pública quanto é para a iniciativa privada, pois também oferecemos um produto ao nosso cliente, o alunado. Portanto, trabalhar com educação também requer uma boa comunicação e a criação de um ambiente favorável ao aprendizado. Outro ponto importante é proporcionar um clima em que os funcionários se sintam naturalmente envolvidos e alinhados com os objetivos da Instituição.  O propósito é o mesmo: administrar e promover os relacionamentos, tanto internos quanto externos, utilizando estratégias e planos de comunicação.

BLOG – Quais os desafios? E as atividades mais prazerosas desse setor?
E.M. – Os desafios são grandes, pois como instituição pública não temos liberdade para executar muitas coisas que gostaríamos, existe a burocracia, não podemos comprar certos itens, isso nos deixa um pouco presos. Mas aí entra um fator muito importante que é o exercício da criatividade e a busca por patrocínio e parcerias, o que é enriquecedor. As atividades mais prazerosas e marcantes são aquelas em que fazemos do nosso servidor o protagonista de sua história aqui na Universidade, por exemplo, quando proporcionamos uma sessão de homenagens.

BLOG – Fale as habilidades de um bom RP? Há alguma específica para o setor educacional?
E.M. – Existem habilidades técnicas que é a aplicação dos conhecimentos apreendidos nos tempos da faculdade e outros que vamos buscando para não ficar desatualizados, como exemplo posso citar as novas ferramentas do mundo virtual.  Outro dom que precisamos exercitar constantemente é a capacidade de trabalhar em equipe, o relacionamento interpessoal, a comunicação, a liderança, as múltiplas personalidades e acompanhamento dos estagiários, a convivência com o pessoal das outras áreas da comunicação. Por fim, considerar que precisamos tem um olhar para fora e outro para dentro da Instituição para enxergar as necessidades vindas destes dois ambientes.

BLOG – Por que a UNITAU criou uma house (chamada ACOM)? Nela, as diferentes áreas da comunicação atuam (jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas, etc.), qual a importância dessa união?
E.M. – Somos todos formados em Comunicação Social, portanto uma sempre complementa a outra. Aqui na ACOM temos a oportunidade de ver e saber o que o pessoal das outras áreas estão fazendo e, também, dar a nossa contribuição, afinal é o RP que tem a formação mais generalista.

BLOG – No contexto mundial de constantes mudanças e avanços, você acredita que a tecnologia facilita as relações humanas? Nesse sentido, qual o futuro que você espera para a profissão?
E.M. – Na tecnologia somos convocados ao tribunal das mídias sociais: a dar explicações e fazer defesas dos ataques a que somos constantemente bombardeados. Mas ela facilita a comunicação, pois aproxima as pessoas, então não há como ficar fora desta realidade (ou virtualidade).

BLOG – Você daria alguma dica para quem está começando agora?
E.M. – Estude bastante, é importante conhecer bem a área, pois o mercado não absorve tantos profissionais assim, portanto, é preciso ter um diferencial. O profissional deve ter ainda conhecimento em outras áreas como Economia, Administração, Empreendedorismo, Ciências Políticas e Sociais. A ética deve nortear toda a formação do futuro profissional de relações públicas.


Nathalia Querol - 2° semestre de Relações Públicas
*Foto: Leonardo Oliveira/ACOM

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Quiz: Qual função você tem como Relações Públicas?


Ao cursar RP, é necessário conhecer o Quadro Geral de Funções Gerais e Específicas de Relações Públicas, criado pela Federação Interamericana de Relações Públicas e aprovado em 1967. Nele, constatam-se a descrição das cinco funções básicas assumidas pelas Relações Públicas dentro das organizações: assessoramento, pesquisa, planejamento, comunicação (execução) e avaliação.

O profissional de Relações Públicas pode executar uma ou mais dessas funções durante sua atuação. Já pensou em qual função você se enquadra? Descubra no Quiz, um jogo de questionários, que vem se tornando, cada vez mais, popular entre amigos de faculdade, do Facebook e da empresa. O recurso pode receber os mais diversos temas, como testes de conhecimento e capacidade em ambiente de aprendizagem. Através das respostas, geralmente computadas, o jogo revela o resultado adquirido pelo jogador. Descubra sua função agora!



                                                       Gabriela Nunes Couto
Estudante do 2º semestre de Relações Públicas da UNITAU

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Como fazer sua teia de contatos?

Networking é uma palavra em inglês que indica a capacidade de estabelecer uma rede de contatos ou uma conexão com algo ou com alguém. É uma técnica muito usada, como uma forma de subir na carreira, mas cuidado ao fazê-la, pois ninguém quer parecer superficial ou falso, há maneiras de fazer.
O post de hoje abordará 
5 dicas para ativar seu networking:

1.      Deve existir o interesse mútuo
Se durante a conversa você perceber que a outra parte não está interessada, desista e parta para outra. Durante a conversa é bem comum a atenção, se caso não houver interesse, logo é desviada. Não force assuntos ou queira criar oportunidades. O melhor a se fazer é concentrar em relacionamentos bons (e agradáveis) para ambos os lados.
2.      Contatos antigos que se transformarão
Se você retomar um antigo contato com um colega de escola, por exemplo, e ele estiver trabalhando em uma empresa que te interessa e/ou conhecer alguém que você deseja que conheça seu trabalho, converse e seja direto, mas não espere nada em troca, e sem cobranças.
3.      Rede de contato deve ser ativa
A rede de contatos deve ser alimentada sempre, e não apenas quando você precisa de alguma coisa. Não espere que porque ajudou alguém, receberá algo em troca, isso acontece de forma orgânica.
4.      Contatos que estão por vir
Agora, se estiver fazendo o primeiro contato com alguém que você ainda não conhece, fale sobre você, o que faz, como chegou até ele e o motivo. Sempre tenha bom senso nas conversas, e não crie uma intimidade que possa estragar a oportunidade.
5.      Contato pessoal
Fora do mundo virtual também é necessário fazer networking. Quando encontrar alguém, cumprimente, seja muito gentil nessa hora e observe se sua atitude não está incomodando ninguém. Jamais desfaça de alguém, seja pela posição inferior a sua, ou qualquer outra diferença, isso poderá te causar problemas futuros e na ética profissional também.
É muito importante estar antenado, participar de palestras, de eventos e pesquisar os profissionais que ali estarão. CIRCULAR é o resumo do que se deve fazer para ter bons networkings, se mostre disponível (apenas se estiver mesmo), e procure ser curioso.

Vitória Coelho
Estudante do 2º semestre de relações públicas da UNITAU

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Relações Públicas e a área da saúde

Imagem relacionada
As diferentes comunicações em um hospital
  


      Que as relações públicas estão relacionadas  ao gerenciamento de crises não é novidade para a maioria, assim como a sua presença em organizações que trabalham com produtos ou serviços. Contudo, um segmento onde o profissional pode trabalhar e que possui pouca visibilidade é a área da saúde, em grandes hospitais principalmente.
      Em um hospital a maior parte dos públicos está efetivamente em uma crise ou então tentando lidar com ela (paciente-médico). E o profissional de relações públicas pode estar presente para auxiliar a organização a conseguir a melhor comunicação e relacionamento com os diferentes públicos.
      As pessoas que chegam aos hospitais precisam da segurança de um sistema de informações bem organizado e humanizado, visto que elas estão em situações vulneráveis. Além disso, nestas organizações a ocorrência de crises de imagem é comum, geralmente pelo ambiente delicado em que atuam. Um bom relações públicas precisa estar ciente das atividades de todo o universo organizacional para maior consciência na hora de planejar uma ação em meio à crise.
      Contudo, as atividades na área da saúde não se limitam a apenas resolver crises, até porque, a comunicação interna e o relacionamento com os públicos de interesse também podem beneficiar-se de um bom trabalho de relações públicas.
      E para isso, o setor de comunicação realiza algumas atividades como a recepção em si, que deve ser feita contendo informações da maneira mais clara possível; programas de visita; assessoria de imprensa; publicações e divulgações sobre a organização; eventos e, principalmente, programas internos já que esses públicos estão em contato direto com os pacientes.*

*Informações retiradas de uma pesquisa realizada pela UEL- Relações Públicas.


Ana Carolina Garcia
Aluna do 2º semestre de Relações Públicas da Unitau

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Imagem e Reputação

Esse foi o tema de uma das palestras específicas para os estudantes do curso de Relações Públicas na 37ª Semana da Comunicação – SECOM - no Departamento de Comunicação Social – UNITAU.


 

Os palestrantes convidados foram a relações públicas Mariana Lima, atualmente na Weber Shandwick (agência americana de PR) e o jornalista Ednelson Prado, professor e proprietário da Agência Vincere. No decorrer da palestra, lições e valores importantes foram abordados e servem como norte para muitos profissionais.

Dentre os pontos tratados, muitos giram em torno da transição do analógico para o digital e da consistência do discurso das organizações e das personalidades públicas, e esse texto focará nisso.

Em relação ao digital, pode-se afirmar que hoje o receptor de uma mensagem é ao mesmo tempo emissor e a comunicação é via de mão dupla, ou seja, a interação e exposição são muito maiores. Segundo os palestrantes, as mídias digitais são o espaço perfeito para os profissionais de relações públicas!!!
As pessoas precisam de atenção/amor, é preciso um cuidado com isso, porém é uma ótima oportunidade.

Num outro momento, ao se analisar posicionamento, pode-se tirar como principal conclusão: É necessário manter o discurso digital no meio físico, adequando-o a cada plataforma. Consistência é palavra chave e sua reputação começa com a história que você conta, por isso, seja estratégico e consistente.



Assim já pode se analisar duas lições essenciais para o novo profissional de RP, quase que nascido na era digital. Para finalizar, Kotler, pai do Marketing traz mais um ensinamento sobre posicionamento para as marcas: “Precisam ser fisicamente atraentes, intelectualmente interessantes, socialmente envolventes e emocionalmente fascinantes, ao mesmo tempo em que deve demonstrar personalidade forte e moralidade sólida”.  


Vitor Moraes Tuão
Estudante do segundo semestre de Relações Públicas da UNITAU

quarta-feira, 28 de junho de 2017

A Constituição da Profissão no Brasil

No dia 21 de julho de 1954, firmava-se a ata (http://abrpsp.org.br/institucional-2/estatuto/) de constituição da Associação Brasileira de Relações Públicas (ABRP), na qual surgem os primeiros estatutos, aprovados e registrados oficialmente no dia 18 de agosto. Há diversos fundadores da entidade, mas os destaques, que fizeram parte da primeira diretoria, foram: Hugo Barbieri (presidente), Ubirajara Martins (vice-presidente) e May Nunes de Souza (primeiro-secretário). 

A criação dessa associação foi um dos principais eventos que demarcou a década de 1950 como a mais significativa da história de Relações Públicas. A partir de então, essa associação começou a realizar diversos seminários em prol da disciplina, como: "A importância dos modernos serviços de informação governamental, sua política e sua organização" e "1º Seminário Brasileiro de Relações Públicas". As próximas diretorias desse grupo orientaram a carreira para a correta compreensão do seu real significado. E, foi em 1955, que ocorreu outro curso, agora com o professor Harwood Childs, o que ia valorizando e amadurecendo a profissão no Brasil.

Apesar de positivos avanços históricos, a ABRP sofreria, nas décadas de 1960 e 1970, dois abalos. Primeiro entre 1963 e 1964, quando foi criada a Associação dos Executivos de Relações Públicas (AERP) por uma ala com ideias divergentes da Seção do Estado de São Paulo. Essa nova associação propôs, segundo Xavier de Oliveira, que o "Dia Nacional de Relações Públicas" fosse 20 de abril, data em que nasceu Barão do Rio Branco que, apesar de seus feitos, nunca nem sequer ouvir falar de Relações Públicas. Além disso, ela organizava a apresentação de "Homem de Relações Públicas do Ano", na qual os dois primeiros premiados foram Edmundo Monteiro (em 1963) e, no ano seguinte, Henning A. Boilesen, estes que podiam ter um visão geral, mas não possuíam uma definição mais particular sobre o assunto.

O segundo problema, ocorrido na década de 1970, foi ocasionado em razão do diferente perfil da nova diretoria, ou seja, sobre o comando anterior, a ABRP conseguiu desenvolver seu espaço físico adquirindo uma sede própria, com o enorme esforço de Ruy Barbosa para arrecadar fundos entre as grandes empresas de São Paulo. Ao final dessa gestão a empresa foi entregue, sem nenhuma dívida e com o caixa conservado com os mesmos fundos anteriormente recebidos, à diretoria seguinte, mas esta afastou os profissionais da administração e, assim, a instituição se tornou vazia profissionalmente. Esse acontecimento ocorreu por conta da associação ter crescido, ou seja, era independente e financeiramente forte, nesse sentido foi cobiçada politicamente e, os profissionais, não tinham experiência política.

É importante frisar que a Constituição da Profissão de Relações Públicas no Brasil teve seu arranque por conta da demanda relacionada à administração das relações que a industrialização trouxe para o país, além da necessidade do governo de construir e manter uma imagem que fosse favorável às medidas tomadas. Também é necessário destacar que a profissão já acontecia em diferentes locais, mas ainda não havia um setor especializado para a área que recebesse a titulação correta da profissão. Por exemplo, pessoas do departamento administrativo que também cuidavam da gestão da comunicação e dos relacionamentos, sendo que estudavam, na verdade, para controlar a parte relacionada mais aos produtos e aos processos da empresa.


Texto retirado do seminário "RELAÇÕES PÚBLICAS NO BRASIL – 1914 A 1950: Constituição da profissão" realizado por Ana Garcia, Giovana Muller e Nathalia Querol.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Entendendo as funções básicas de Relações Públicas.


      A dinamicidade e a complexidade do objetivo de Relações Públicas numa organização pode ser esclarecidas quando compreende-se as suas funções. O profissional dessa área, tem como ponto essencial trabalhar na gestão da comunicação, que busca um bom equilíbrio de interesse da organização com os seus diversos tipos de públicos, sabendo exatamente o que deve fazer, e tem como processo suas funções básicas que são:

  • Pesquisar- O estudo da opinião, e comportamento dos públicos de forma a usar essas informações para refletir e depois planejar.
  •  Assessorar - A orientação aos diversos setores da organização, sugerindo políticas e posicionamento adequados diante dos públicos.
  • Coordenar -  Orientar equipes, assumir responsabilidades, de forma a auxiliar na compreensão da comunicação.
  • Planejar - No presente  aquilo que se quer no futuro e acompanhar todo o processo desse planejamento, para que seu objetivo seja alcançado.
  • Executar - A produção dos programas de comunicação, e as diversas ferramentas de Relações Públicas das empresas com seus públicos.
  • Avaliar - Uso de instrumentos que controlem e apresentem os resultados das ações feitas de forma a apresentar valores.
      É por meio destas ações que o profissional de Relações Públicas promove à comunicação dentro das organizações, a qual deve ser uma via de mão-dupla. A proposta desta comunicação, é a de permitir que o público de interesse da empresa participe; fazendo com que haja harmonia entre ambas as partes envolvidas.   


Jéssica de Almeida Carvalho - 1° sem. Relações Públicas.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Olhe mais uma vez

Umas das maiores questões que envolvem o universo das relações públicas é a visão das pessoas que acreditam que alguém sem formação específica pode realizar as atividades da profissão de RP.
Realmente, as ações do profissional, muitas das que envolvem eventos e mídias sociais, podem ser realizadas momentaneamente por alguém não formado na área. Contudo, isso pode trazer alguns riscos para as empresas, organizações para as quais se está fazendo esse "simples" serviço. E entre esses riscos está o de pensar na ação isoladamente, o que não acontece quando é um profissional de relações públicas trabalhando, pois ele vai pensar no futuro e em todas as consequências em cadeia que a medida tomada vai gerar.
Por isso, é preciso ter um olhar mais atento à profissão de relações públicas, ela não pode ser ignorada, assim como a necessidade de profissionalização para que as ações tomadas sejam eficazes. Pois, quando uma ação não acontece como o planejado é o profissional formado que saberá como resolver a crise; ponto no qual aquele que não tem formação acadêmica na área pode não conseguir lidar, já que ele apenas propõe a medida, algumas vezes até sem procurar uma forma dela ser aplicada.

Ser relações públicas, principalmente no mundo digital, não é apenas postar um texto ou uma foto que ajude a organização.  É saber lidar com todos os impactos que a empresa e as atividades dela vão gerar. É interagir e, se preciso solucionar a movimentação de todas as coisas que ocorrem ao seu redor.

Ana Carolina Garcia- 1º Semestre de Relações Públicas 2017

domingo, 28 de maio de 2017

19º Café União

Os alunos do 3º semestre de Relações Públicas da UNITAU, planejaram e executaram o 19º Café União: "COMUNIQUE-SE E CONSTRUA RELAÇÕES!", que aconteceu nesta quarta-feira (24) as 19 horas no Departamento de Comunicação Social.

O evento que em todos os anos é responsável por realizar um encontro de profissionais e aluno da área de Relações Públicas teve como objetivo discutir sobre os desafios do RP em suas habilidades, construções de paradigmas na profissão, além de bater um papo sobre o mundo das mídias sociais.

O evento contou com a presença de 2 representantes da página ‘’ Todo mundo precisa de um RP’’ e foi um sucesso! A visão que todos nós da Universidade temos é que a organização e todo o processo de conclusão do evento foram muito bem estruturados pelos alunos. Agora vamos aguardar para o próximo, que será organizados por nós, alunos do 1º semestre de Relações Públicas!









Brena Stéfany - 1º Semestre de Relações Públicas.

sábado, 27 de maio de 2017

10 motivos para cursar Relações Públicas

Ja que esse é um blog de RP, por que não falar 10 motivos para você cursar Relações Públicas??

1- Ampla área de trabalho.
2- Consegue ter uma visão diferente do mundo e da empresa.
3- É uma profissão nova no mercado
4- Você criará grandes laços com os seus clientes.
5- Trabalhará com midias digitais.
6- Poderá estar em várias festas. (Trabalhanfo é claro)
7- Sempre terá uma boa imagem.
8- Relações Publicas é uma profissão do futuro.
9- Sempre estará por dentro das novidades (pesquisando logico)
10- É uma profissão dinâmica

Vanessa Martins 1° semestre de Relações Publicas

domingo, 21 de maio de 2017

As cores em eventos

Pode parecer apenas um pequeno detalhe, mas a combinação de cores pode significar muito mais que uma simples decoração. Pesquisas mostram que as combinações de cores possuem a capacidade de transmitir uma mensagem, provocar sensações, promover o clima do evento como também marcar na memória dos convidados.
harmonia geral de todos os tons é que torna o local agradável, agitado, monótono, etc. Uma escolha de cores errada pode carregar o ambiente e tornar o evento desagradável. No post de hoje iremos esclarecer algumas características das cores, e perguntas básicas a serem feitas antes de planejar o evento.
·         Evento Empresarial: Quais são as cores predominantes da empresa/ marca?
·         Evento Empresarial: Qual é seu público alvo?
·         Evento Pessoal: Quais as características do grupo, aniversariante, noivo ou o protagonista da festa?
·         Geral: O local do Evento é um local aberto ou fechado? A iluminação natural pode atrapalhar na escolha.
·         Geral: O local combina com a escolha das cores? Veja as cores usadas no espaço do evento, como: carpete, móveis, parede, toalhas, etc.
·         Geral: As cores combinam entre si?
Após essas perguntas e tendo uma breve noção de como será todo evento, analise o que você quer passar ao público, obviamente não escolha cores que desarmonizem com o logo da empresa, para não perder a identidade. Se ainda restarem dúvidas e você estiver perdido procure o circulo cromático ou roda de cores, e se guie.
As combinações mais utilizadas são:
Preto e Branco – Combinação Clássica, tradicional.
Rosa, Roxo e Dourado – Para as românticas, dão um ar de leveza e sofisticação, mas enigmático por apresentar roxo.
Laranja e Verde – Ambiente Verão. A cor verde exprime muito o ar de saúde e a laranja vitalidade.
Vermelho e Azul Claro – Harmonia. Embora o vermelho seja conhecido por ser uma cor impactante, sua cominação com o azul quebra o conceito.
Verde e Rosa – Alegre divertido. Mistura a vitalidade com juventude.
Amarelo e Dourado – Glamour, Luxo. Remete muito a cor de ouro, riqueza.
Roxo e Rosa – Moderno e impactante. Apesar de o rosa ser bem feminino, o roxo traz o impacto e modernidade.

Vitória Coelho- 1 semestre Relações Públicas


quinta-feira, 18 de maio de 2017

Programação na Comunicação: 19º Café União


Para continuar a tradição que já se mantém há 19 anos, os alunos do 3º semestre de Relações Públicas da Universidade de Taubaté (UNITAU), realizarão o Café União. O evento ocorre anualmente, sempre sob responsabilidade dos alunos de Relações Públicas, que podem colocar em prática conteúdos abordados em sala de aula, principalmente as técnicas em organização de eventos.
O evento é responsável por aproximar os profissionais não só de Relações Públicas, mas da Comunicação em geral e trará o tema “COMUNIQUE-SE E CONSTRUA RELAÇÕES”. O objetivo do encontro é discutir sobre os desafios do RP em suas habilidades, as construções de paradigmas na profissão, além de bater um papo sobre o mundo das mídias sociais.
Quem comparecer, encontrará palestras, músicas, coffe break, RP Week, além de atrações que serão divulgadas ao longo da semana. Uma delas é a co-fundadora do coletivo “Todo Mundo Precisa de um RP”, Amanda Mayumi Takassiki, que estará presente e falará sobre o atual papel das Mídias Sociais como instrumento de comunicação. Além dela, a diretora da RP School, Fabiane Klafke, também estará presente no evento, trazendo um pouco mais sobre a RP Week e o projeto RP Week na Universidade. Como atração musical, o evento terá a apresentação de Ronaldo Tupinambá, estudante de Jornalismo.  
O 19º Café União ocorrerá no dia 24 de maio, às 19 horas, no Departamento de Comunicação Social. É possível acompanhar todas as novidades clicando aqui. 
 A entrada no evento é gratuita e requer inscrição.

Para se inscrever, clique aqui. 

domingo, 7 de maio de 2017

Relações Públicas nos movimentos sociais

       
No dia 28 de abril de 2017 o Brasil parou em decorrência da Greve Geral, movimento social contrário às Reformas da Previdência e Trabalhista. A CartaCapital descreveu a ação como "A maior greve geral dos últimos 30 anos, segundo muitos relatos. Maior que aquela de 1989 e comparável à grande greve de 12 de dezembro de 1986, após o fracasso do Plano Cruzado 2, no governo Sarney.". Nesse dia diversos trabalhadores decidiram mudar o foco de seus esforços para a paralisação do comércio e dos transportes, e para o bloqueio de diversas rodovias, avenidas, aeroportos e centros comercias, além de protestos realizados à noite. 

Nesse contexto de grande insatisfação política dos brasileiros, somada ao avanço dos movimentos sociais, estimulados e iniciados na maioria das vezes por meio das redes sociais, é que vem a reflexão de Cicilia Maria Krohling Peruzzo, grande profissional brasileira de relações públicas, pós-doutorada na Universidade Nacional Autônoma do México. Ela diz que há possibilidade da comunicação se agrupar aos movimentos sociais (ações coletivas em prol do interesse da maioria), auxiliando na construção da cidadania. Pensamento que pode ser denominado de Relações Públicas Comunitárias ou Populares.

Cicilia, como relata em seu próprio site, "Dedica-se especialmente aos estudos da comunicação popular, alternativa e comunitária, da mídia regional e local e suas interfaces no processo de ampliação do exercício da cidadania uma vez tomada no campo dos movimentos sociais [...] Mas investiga também temas de Relações Públicas relacionados às transformações no capitalismo e sua inserção no chamado terceiro setor, com ênfase na perspectiva crítica e comunitária.  Sempre buscando ultrapassar os limites das conjunturas, ela acompanha as transformações nas manifestações comunicacionais procurando perceber as novas feições de comunicação forjadas pelos segmentos subalternos organizados. Foi assim que não deixou escapar o surgimento das emissoras de rádio e de televisão comunitárias enquanto meios capazes de democratizar a comunicação e contribuir para ampliar o exercício da cidadania. É autora dos livros Relações públicas no modo de produção capitalista; Comunicação nos movimentos populares: a participação na construção da cidadania; e Televisão comunitária: a participação cidadã na mídia local.".


Nesse sentido, é importante destacar essa nova possibilidade comunitária para a área das Relações Públicas, nesse âmbito elas ultrapassam a esfera empresarial e governamental chegando ao universo dos movimentos sociais e das organizações populares. Assim, tornou-se possível falar dessa profissão como um trabalho "comprometido com os interesses dos segmentos sociais subalternos organizados, ou num sentido mais amplo com o interesse público". É uma visão renitente ao status-quo, ou seja, não aceita a opressão, marcada pela desigualdade, imposta à maior parte da população brasileira e acredita numa transformação social.

É nessa conjuntura que se vê as Relações Públicas inseridas, ou seja, "No movimento comunitário, ou em outras organizações populares e sindicais, as Relações Públicas se concretizam de modo inserido. Não é algo externo, de fora e independente, mas como parte intrínseca do movimento. Neste sentido elas vão estar nem na frente nem atrás do movimento, mas juntas e sendo constituídas em sua dinâmica.".

No vídeo abaixo Cicilia Peruzzo, entrevistada por Kauana Neves da TV UEL, fala um pouco mais sobre o assunto:



Referências:
<http://ciciliaperuzzo.pro.br/> Acessado em 06/05/17


Nathalia Querol - 1° semestre 2017


terça-feira, 2 de maio de 2017

Relações Públicas e as Redes Sociais

As organizações enxergam as redes sociais como um meio estratégico de se comunicar por ser uma forma simples e de fácil acesso para propagar informações. Dentre as funções que um relações públicas pode exercer, está o cuidado com as mídias digitais de uma organização, e é aí que grandes redes como Facebook, Twitter e Instagram entram!
As empresas podem adotar esses meios para variados tipos de interesse, mas um dos principais motivos é a comunicação direta com o cliente ou consumidor, utilizando como uma forma de SAC que, através das interações, conseguem atender à elogios, sugestões, reclamações e esclarecimentos de dúvidas.
Aqui estão os melhores e piores horários para publicações em algumas redes sociais:

Giovana Toloto Müller - 1° semestre de Relações Públicas, 2017.

domingo, 30 de abril de 2017

Uma breve trajetória dos Memes

Com um mercado competitivo como o de hoje, percebe-se a importância de uma boa interação além da descontração com seus clientes. Muitas vezes em contato com o publico mais jovem, que usa muito a internet para o entretenimento, é importante se adequar a uma linguagem mais próxima desse grupo. Entre as alternativas para isso, uma linguagem se destaca: Os Memes.

O termo foi elaborado em 1976 por Richard Dawkins em seu livro "O Gene Egoísta", surgiu em referencia a uma unidade de informações que se multiplica de cérebro em cérebro, ou locais onde a informação é armazenada (livros, internet, etc).

A expressão foi adotada a muito tempo na internet por sites como o 4chan e redes sociais como o Orkut. São em geral imagens, gifs ou videos que viralizam com enorme facilidade. Os memes são muito usados no Marketing pois são facilmente compartilhados e geram interação. É preciso muito cuidado ao usar essa ferramenta de maneira institucional, diversos memes de conteúdo depreciador circulam pela rede e causam mal estar e diversos processos a empresa responsável.

Por serem extremamente fáceis de se fazer, despertarem a criatividade e até mesmo ser considerado arte para muitos, os memes tem ganhado espaço por todos os cantos da internet.



Segue um exemplo em nossa querida área de comunicação: 



Vinicius Neves e Vitor tuão – 1º semestre de Relações Públicas, 2017.

Os Famosos "Haters"

Atualmente, durante a chamada era da informação, as gerações Y e Z estão dominando os meios de comunicação, principalmente no ambiente mais confortável a esse público, o qual foi evoluído por eles: a internet.

Como profissional de Relações Públicas, interessados na área e qualquer pessoa que queira estar bem relacionada, é interessante cuidar da postura e da imagem de seu negócio online. Já é de conhecimento de muitos que a imagem institucional deve ser compatível com a filosofia empresarial, então o foco desse artigo será a relação com um público muito presente e atento: os Haters.

Haters são aqueles “odiadores” da marca, os quais no primeiro deslize estarão lá para mostrar ao mundo. Hoje, a manutenção desses relacionamentos é importantíssima, sendo o diferencial entre ter um detrator de sua marca ou formar um novo defensor.

Nas redes sociais tem sido muito comum empresas responderem comentários dos clientes e agirem de modo “intimo” como se fossem amigos, o que demonstra interação e cuidado. No caso dos comentários de criticas, muitas empresas dão ainda mais atenção, oferecendo alternativas, pedindo desculpas ou agindo desse mesmo modo, para que o cliente mude sua opinião e perceba que a empresa pode ser boa para ele. O auge desse relacionamento seria transformar o hater (contra) em um pró, ou seja, fidelizar o cliente.

Com medidas de relacionamento, as quais já entram até em aspectos de gestão de criticas é possível transformar a opinião daquele cliente, o qual influencia varias pessoas ao seu redor e assim por diante... Haters são oportunidades de ser melhor e de ouvir o consumidor, contudo, o principal ainda é oferecer o melhor produto/serviço possível para que essas opiniões negativas sejam quase nulas.


"Love your haters, they´re your biggest fans"
- Kanye west






Vitor Tuão e Vinicius Neves – 1º semestre de Relações Públicas, 2017.